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| Estudo técnico vai determinar qual a melhor solução para o problema em Montenegro, Pareci Novo, Caí e Harmonia |
Em 2011, quando aconteceu no Caí a maior enchente que já se havia visto na cidade, foi convocada uma reunião, no Centro de Cultura, para discutir o assunto e buscar uma solução para o problema.
A população lotou o grande auditório e teve algumas boas notícias. A principal delas foi a presença do secretário de obras do estado, Luis Carlos Busato. Ele disse que daria uma contribuição para a solução do problema. E cumpriu. Demorou bastante, como é normal nas coisas do governo, mas ele conseguiu que o governo estadual contratasse uma empresa especializada para fazer o estudo para apontar as providências ou obras que serão necessárias para a solução do problema.
Foi feita uma licitação e escolhida a empresa que irá se encarregar da elaboração do projeto: o consórcio das empresas Engeplus e Aerogel.
Na manhã de ontem, o governador Tarso Genro assinou a ordem de serviço, autorizando as duas empresas a começar o trabalho.
Em uma semana, elas deverão começar o estudo, que inclui um levantamento aerofotogramétrico feito pela Aerogel.
O prazo para a Engeplus cocluir o seu estudo e apontar as soluções para o problema é de dez meses.
Demorou dois anos para que essa decisão fosse tomada. Mas, considerando-se que o Caí sofre com esse problema desde que a cidade existe, nem dá para reclamar da demora. Há mais motivo para comemorar pois, em dez meses, as cidades da região que mais sofrem com as enchentes terão o seu projeto de solução para elas.
O que não é pouca coisa, pois sem o projeto, nada pode ser feito. Com ele, cada cidade poderá trabalhar pela realização das obras que forem necessárias.
Como são obras de vulto, os recursos deverão vir do governo federal. Com o projeto na mão, os prefeitos terão condições de bater nos ministérios e reivindicar a realização da obra.
Provavelmente, muitos anos ainda se passarão até que o problema seja efetivamente resolvido. O estudo será o primeiro grande passo para isso.
A população lotou o grande auditório e teve algumas boas notícias. A principal delas foi a presença do secretário de obras do estado, Luis Carlos Busato. Ele disse que daria uma contribuição para a solução do problema. E cumpriu. Demorou bastante, como é normal nas coisas do governo, mas ele conseguiu que o governo estadual contratasse uma empresa especializada para fazer o estudo para apontar as providências ou obras que serão necessárias para a solução do problema.
Foi feita uma licitação e escolhida a empresa que irá se encarregar da elaboração do projeto: o consórcio das empresas Engeplus e Aerogel.
Na manhã de ontem, o governador Tarso Genro assinou a ordem de serviço, autorizando as duas empresas a começar o trabalho.
Em uma semana, elas deverão começar o estudo, que inclui um levantamento aerofotogramétrico feito pela Aerogel.
O prazo para a Engeplus cocluir o seu estudo e apontar as soluções para o problema é de dez meses.
Demorou dois anos para que essa decisão fosse tomada. Mas, considerando-se que o Caí sofre com esse problema desde que a cidade existe, nem dá para reclamar da demora. Há mais motivo para comemorar pois, em dez meses, as cidades da região que mais sofrem com as enchentes terão o seu projeto de solução para elas.
O que não é pouca coisa, pois sem o projeto, nada pode ser feito. Com ele, cada cidade poderá trabalhar pela realização das obras que forem necessárias.
Como são obras de vulto, os recursos deverão vir do governo federal. Com o projeto na mão, os prefeitos terão condições de bater nos ministérios e reivindicar a realização da obra.
Provavelmente, muitos anos ainda se passarão até que o problema seja efetivamente resolvido. O estudo será o primeiro grande passo para isso.
Matéria publicada no jornal Fato Novo em 4 de setembro de 2013

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