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| Igreja luterana de São Vendelino, no ano de 1984 |
A Paróquia Evangélica em São Vendelino pertence ao Sínodo Nordeste Gaúcho
Está situada na rua Cônego Pedro Alfredo Caspary
Está situada na rua Cônego Pedro Alfredo Caspary
A colônia de São Vendelino foi formada juntamente com Linha Francesa (Badenserberg) sob o nome de Santa Maria de Soledade. Foi uma iniciativa privada, liderada pelo conde Montrabel[1].
A primeira colonização aconteceu em 1855, quando chegaram os primeiros colonos alemães da Renânia e de Hessen. Em 1866, ocorreu o último assalto de populações indígenas[2].
O nome da colônia de Forromecco se origina do nome do rio que atravessa o vale. A norte-oeste de Forromecco está a Picada Franceza[3].
[1] Cf. Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 106.
[2] Cf. Max DEDEKIND, 75 Jahre deutsch-evangelischer Diasporaarbeit in Nord u. Südamerika, p. 37; Max DEDEKIND, Die geschichtlichen und statistischen Vermerke über deutschen evang. Gemeinde in Südamerika, p. 50.
[3] Cf. AEDB (1878), p. 38.
Procedência dos imigrantes
Quando os primeiros colonizadores chegaram em 1857, havia 34 famílias de seis nacionalidades diferentes. Entre os alemães estavam as famílias Mensche, John, Steuernagel, Schneukert, Ebert, Auth, totalizando 30 pessoas[1].
Os imigrantes vieram em sua maior parte da Renânia, de Hessen e da Holanda[2]. Embora maioria fosse de católicos originários da região de Trier, St. Wendel e outras proximidades extremamente católicas, o número de evangélicos não era inexpressivo[3].
[1] Cf. Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 106.
[2] Cf. Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 106; Max DEDEKIND, Die geschichtlichen und statistischen Vermerke über deutschen evang. Gemeinde in Südamerika, p. 50.
[3] Cf. AEDB (1878), p. 40.
História
Inicialmente a comunidade evangélica de São Vendelino foi assistida por dois pastores não ordenados, Weber e Döbbler, caracterizados como pessoas extremamente morais.
No ano de 1866, o Pastor Doutor Borchard e o recém-chegado ao Brasil Pastor Smidt visitaram a colônia.
Na época, a comunidade tinha 61 famílias. Na Picada Francesa havia 24 famílias, em Santa Clara, 37 e Schweizertal, 16. Havia grande número de católicos na colônia e vários evangélicos se tornaram católicos[1].
O Pastor Smidt havia pregado na comunidade em 25 de fevereiro de 1866, despertando na comunidade o desejo de contratá-lo. A sua contratação, no entanto, não pôde ser concretizada, pois Smidt já estava designado para outra comunidade.
Em setembro de 1866 e em agosto de 1867, o Pastor Doutor Borchard pregou na comunidade. Em agosto de 1867, um pastor não ordenado invadiu a igreja e oficiou um culto na mesma, o que irritou grande parte dos membros.
Em setembro de 1868, o Pastor Kleingünther pregou na comunidade. A comunidade, contudo, não estava satisfeita com a irregularidade da assistência pastoral[2].
Somente em 1871, após a visita do Pastor Doutor Borchard, a comunidade pôde contratar seu pastor próprio através do Pastor Peters quee pastoreou os evangélicos entre 1871 e 1885[3].
Em dezembro de 1878, foi construída uma casa pastoral no valor de 6.000 Milréis[4]. Neste ano, a comunidade era composta de 50 famílias, enquanto a comunidade de Francesa tinha cerca de 70 a 80 membros.
As pessoas freqüentavam o culto, mesmo morando a quatro horas da igreja. Em quase todas as casas, as famílias tinham uma Bíblia e livro de orações de Stark[5]. A partir de 9 de maio de 1908, a comunidade se filiou à Igreja Territorial Evangélica da Prússia[6].
[1] Cf. Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 106; Max DEDEKIND, Die geschichtlichen und statistischen Vermerke über deutschen evang. Gemeinde in Südamerika, p. 50.
[2] Cf. Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 106.
[3] Cf. Max DEDEKIND, Die geschichtlichen und statistischen Vermerke über deutschen evang. Gemeinde in Südamerika, p. 50.
[4] Cf. Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 106.
[5] Cf. Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 107.
[6] Cf. Max DEDEKIND, 75 Jahre deutsch-evangelischer Diasporaarbeit in Nord u. Südamerika, p. 37; Max DEDEKIND, Die geschichtlichen und statistischen Vermerke über deutschen evang. Gemeinde in Südamerika, p. 50.
Foram obreiros da comunidade: ( 1930 - 1934 ) BECKER, Arthur
( 1934 - 1935) FELLNER, Gottfried
( 1934 - 1935 ) FELLNER, Gottfried
( 1913 - 1928 ) HEINRICHS, Friedrich
( 6 dezembro 1885 - 1 julho 1910 ) KUNERT, Heinrich Ernst August
( 16 dez./1871 - 1885 ) PETERS, Johann Heinrich
( 1929 - 1930 ) SCHWABE, Richard
( 7 agosto 1910 - 1913 ) THIEME, Lic. Gottfried
( ???? - ???? ) FILLMANNN, Eduard
( ???? - ???? ) KOLB, Josef
( 1963 - 1975 ) ROTH, Johann
Templos
A comunidade de Forromecco possuía um terreno doado pelo governo. Uma pequena casa de oração, que também era usada como escola, servia à comunidade[1]. Este espaço serviu aos colonos de 1894 a 1901. Outra igreja-escola foi construída por Homero Compassi e foi utilizada a partir de 1903.[fonte]. Em 1932, menciona-se que a comunidade tinha um templo esplêndido/grande[2].
[1] Cf. AEDS (1874), p. 31; AEDB (1878), p. 41.
[2] Cf. Max DEDEKIND, Die geschichtlichen und statistischen Vermerke über deutschen evang. Gemeinde in Südamerika, p. 50
O templo mencionado em 1932, tinha sinos[1].
[1] Cf. Max DEDEKIND, Die geschichtlichen und statistischen Vermerke über deutschen evang. Gemeinde in Südamerika, p. 50.
Foto de Milton José Kerber, ano 1984, acervo da Prefeitura de São Vendelino
Texto do Sínodo Nordeste Gaúcho

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