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| A produtividade dos meios de transporte de antigamente deixava a desejar |
A gasolina Yolanda, fazia a ligação da filial da empresa Ritter & Cia, no bairro caiense de Niterói, com o interior do estado. Principalmente com Lajeado, onde a empresa tinha a sua matriz. Chama a atenção a pequena capacidade de transporte de carga das gasolinas. No rio Caí era comum que esses barcos rebocassem chatas (barcos não motorizados). Aumentando, assim, a sua capacidade de carga.
De um modo geral, as atividades econômicas naquela época eram muito menos produtivas do que hoje. Uma gasolina demorava mais que um caminhão para fazer a viagem e levava menos carga do que um caminhão moderno. Além disso, a gasolina exigia mais mão de obra (tripulação) do que o caminhão. E o caminhão tem a vantagem de fazer o transporte de porta a porta. Ele pode, por exemplo, pegar laranjas numa propriedade rural e levá-las até o pátio de uma fábrica de suco, na cidade. No passado, carretas levariam a laranja da propriedade rural até o porto, para o embarque na gasolina. No porto de destino (Porto Alegre, por exemplo) carroças levariam as laranjas até a fábrica de suco. A produtividade, no passado, era muito menor do que a atual.
Foto do acervo de Egon Arnoni Schaeffer

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