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sexta-feira, 30 de maio de 2014

4071 - Cortejo fúnebre na Ramiro Barcelos

Os cortejos fúnebres da comunidade luterana percorriam a rua Ramiro Barcelos, até a esquina com a José Luiz. Dali até o cemitério, as pessoas iam de carro ou ônibus





















João Luiz Pretto Menezes opina que a rua mostrada nessa foto é a Ramiro Barcelos, pois aquele tipo de poste com linha telefônica ele só lembra ter visto na Ramiro. Nas outras ruas eram com menos fios.
Dóris Berwanger dá um amplo depoimento sobre essa foto:
Afirma que a rua é a Ramiro. As pessoas estão subindo a rua, vindo da Igreja luterana. Neste terreno havia, nos fundos, uma casa de madeira, onde funcionou a tecelagem da família da Dona Eva (casada com um  homem de sobrenome Guerra, não montenegrino). 
A casa dos Guerra não aparece na foto (ficava logo ao lado, na beira da calçada e era herança da Dona.Eva.  Ricardo Guerra era o filho mais velho do casal e outro tinha o apelido de Landinho. A primeira casa, que aparece aí, é a em que moraram Irwing Schüler, sua esposa que era professora de piano e os filhos Newton, Karin,..... . Também moraram nessa casa o casal Flávio Koch e Juliana, antes de se mudarem para a Colina do Schenkel. além da família Paes... e muitos outros. 
A casa seguinte era geminada (observe-se o telhado bipartido); no primeiro lance morava a Dona Iracema Heller e família. No segundo moraram muitas famílias, inclsive a de Nilva Haubert e a de Arlete de Quadros Gesswein. Ao lado, antes da esquina (que eu não estou visualizando bem), primeiro havia uma casa bem alta (que, depois de semidemolida, ficou como um muro alto). Quando saí de Montenegro, morava ali o Clóvis Domingues que construiu no local.
Me parece que, pelo ângulo, deveria aparecer a torre da Igreja. Se não está aparecendo, a foto deve ter sido feita após agosto de 1956 (quando a Igreja antiga queimou) e antes de 1964 (quando a nova Igreja foi inaugurada). 
Os cortejos fúnebres, nesta época, iam até a esquina do armazém do Bruno Koch, na rua José Luiz. Dali em diante, andavam de carro ou ônibus até o Cemitério.
Joao Luiz Pretto Menezes comenta que Dona Martha Eva Guerra foi sua colega, por muitos anos,  na empesa Tanino Mimosa Ltda. Ela era nascida na Alemanha e, apesar de ter vindo muito pequena para o Brasil, falava muito bem o alemão e o português também, sem nenhuma espécie de sotaque. Lamentavelmente ela faleceu poucos anos após se aposentar.
Dóris Berwanger também elogia dona Eva: "Ela era uma senhora muito refinada! 

Foto postada na página de Facebook Montenegro de Ontem, por Mara Vianna

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