Na política partidária, ele teve a sua primeira experiência em 1982, quando tinha 24 anos e concorreu a vereador pelo PT. Não se elegeu. Mas nas eleições do ano 2000, já com o prestígio de ser presidente do Sindicato, ele concorreu novamente e foi eleito vereador. Depois disto não perdeu mais eleição. Em 2004, foi candidato a vice-prefeito na chapa de Léo Klein e agora foi reeleito, como vice de Darci Lauermann. Em ambas as eleições, Diomar teve papel importante na tomada de decisão do seu partido (o PT, no qual atua desde a juventude).
E, desta vez, a decisão foi difícil. Diomar e Aloísio Pereira, seu companheiro no PT, eram secretários municipais no governo Léo Klein. Mas acompanharam a decisão do seu partido, que decidiu romper com o PP, e renunciaram aos seus cargos. Diomar deixou de ser secretário, mas continuou vice-prefeito. O que é até hoje.
E vai continuar sendo, pois ao romper com o PP de Léo Klein, o PT optou por coligar-se com o PMDB para a disputa da eleição municipal. E Diomar foi apontado pelo seu partido para ser o vice de Darci na disputa eleitoral.
Diomar participou intensamente da campanha, ao lado de Darci, e ajudou muito na conquista da espetacular vitória obtida em 5 de outubro último.
Com tudo isto, Diomar vem se destacando cada vez mais no cenário político caiense. Ele, afinal de contas, é um vitorioso. Não perde eleição.
Mas também tem outras qualidades.
Quando os partidos de oposição se articulavam para enfrentar a candidatura de Neiva Santos, Diomar trabalhou para formar uma candidatura única que unisse a oposição. Houve uma reunião de todos os partidos de oposição, tentando formar uma chapa única, pois temia-se que se a oposição fosse para a eleição dividida, seria difícil enfrentar Neiva, por ela ter o apoio da “máquina” do PP e da prefeitura.
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