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domingo, 29 de setembro de 2013

2795 - Asfalto: primeiro e único

Egon Schneck fez a primeira obra municipal de asfaltamento 
no interior caiense, no Lajeadinho

Nas suas viagens  pela Alemanha, Egon Schneck, além de ver o desenvolvimento alemão, resolveu aplicar no Caí as lições aprendidas por lá. 

Ele foi o primeiro (e, até agora, o único) prefeito caiense a asfaltar uma estrada do interior. Léo Klein asfaltou um pequeno trecho na localidade de Chapadão, mas foi uma experiência frustrante, pela má qualidade do asfalto, que começou a se deteriorar em pouco tempo.

Foi no seu governo que a prefeitura do Caí asfaltou a estrada do Lajeadinho.  Aquela que vai da RS-122 até um pouco adiante do campo do Altaneiro. Um pouco mais de um quilômetro de asfalto.

Não foi muito, mas fez diferença. Nesse pequeno trecho de estrada asfaltada aconteceu mais progresso desde então do que havia acontecido antes, desde que ele existia.


Ali se instalou, depois do asfalto, uma boa indústria, um supermercado e um campus universitário, além de vários outros melhoramentos. Inclusive o mais recente deles: um posto de saúde.

Enquanto isso, a maioria das localidades do interior caiense, que não foram contempladas pelo asfalto, se desenvolveram muito pouco.

Esse episódio mostrou que o asfalto faz a diferença. O que, afinal, é bem fácil de se entender. Como pode uma localidade se desenvolver se não tiver os requisitos mais básicos da civilização moderna? 

Schneck, além de ver o desenvolvimento alemão, resolveu aplicar no Caí as lições aprendidas na Alemanha. 

Ele foi o primeiro (e, até agora, o único) prefeito caiense a asfaltar uma estrada do interior. Léo Klein asfaltou um pequeno trecho na localidade de Chapadão, mas foi uma experiência frustrante, pela má qualidade do asfalto, que começou a se deteriorar em pouco tempo.

Foi no seu governo que a prefeitura do Caí asfaltou a estrada do Lajeadinho.  Aquela que vai da RS-122 até um pouco adiante do campo do Altaneiro. Um pouco mais de um quilômetro de asfalto.

Não foi muito, mas fez diferença. Nesse pequeno trecho de estrada asfaltada aconteceu mais progresso desde então do que havia acontecido antes, desde que ele existia.

Ali se instalou, depois do asfalto, uma boa indústria, um supermercado e um campus universitário, além de vários outros melhoramentos. Inclusive o mais recente deles: um posto de saúde.

Enquanto isso, a maioria das localidades do interior caiense, que não foram contempladas pelo asfalto, se desenvolveram muito pouco.

Esse episódio mostrou que o asfalto faz a diferença. O que, afinal, é bem fácil de se entender. Como pode uma localidade se desenvolver se não tiver os requisitos mais básicos da civilização moderna? 

Matéria publicada no jornal Fato Novo em 23 de julho de 2013
Foto do acervo de Olavo Steffen

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