Na obra publicada em 1940, Masson assim se refere à navegação no município:
"Viação Fluvial: Graças à barragem Rio Branco, construída pelo engenheiro Dr. José da Costa Gama a alguns quilômetros da sede do município, e hoje pertencente ao governo do estado, o rio Caí é francamente navegável em qualquer estação, desde o porto da cidade de Caí até desaguar no Jacuí, em frente de Porto Aiegre.
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| Escritório e armazém da União Fluvial do Caí Ltda. Fotografia tirada na ocasião em que foi inaugurado o edifício |
Navegam ainda, regularmente, no Caí, a gasolina Humaitá, que conduz passageiros da sede do município para Pareci e Montenegro, e vice-versa e uma gasolina frigorífico, que transporta a carga da fábrica de conservas Carlos H. Oderich & Cia., incorporada à Frigoríficos Nacionais Sul Brasileiros Ltda.
(*) A princípio as companhias caienses de navegação não possuíam gasolinas, mas sim vapores, entre os quais citaremos, a título de curiosidade, os seguintes: Maratá, Rio Branco, Horizonte, Otto, Caxias e Salvador. Os três últimos pertencentes à União Fluvial do Caí Ltda., ainda há pouco tempo navegavam no rio Caí. As linhas de ônibus, proporcionando viagens mais rápidas, fizeram grande concorrência às companhias de navegação. Como diminuísse consideravelmente o número de passageiros que viajavam por água, a União Fluvial substituiu seus vapores por gasolinas, pois, dedicando-se mais especialmente ao transporte de cargas, já não tinha necessidade de embarcações com acomodações amplas para passageiros."
Fotos e texto do acervo de Carlos Gilberto Kayser


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