quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

3116 - A infância e adolescência de um grande músico

Na orquestra do colégio - Na primeira fila da esquerda para direita, 
o Irmão José Benjamin, Cogo, Jorge Biajone, Arno Jung, Rubi Diel, 
Paulo Barbosa.  Na segunda fila, da esquerda para a direita, Nilo 


Schroeder, Luis, Jairo, Reinaldo. No fundo Egon com o violão





Egon Arnoni Schaeffer, aos 11 anos, demonstrou-se precoce, pois já escrevia contos para revista "O Eco" e O Jornalzinho, de São Paulo. 
Lia os livros de poemas de J. G. de Araújo Jorge e, em pouco tempo, começou a compor seus próprios poemas, que eram publicados na revista "Grande Hotel". Aos 14 anos ajudava os Irmãos Maristas na organização de eventos do Congresso Eucarístico, escrevendo e representando peças de teatro. Algumas cômicas. 
Criou o Duo Missioneiro e fez parte da Orquestra  do Ginásio Municipal de Santo Ângelo, dirigida  pelo Irmão José Benjamin. 
No coro dos meninos da Igreja Católica de Santo Ângelo, cantava músicas sacras em latim com sua voz aguda e afinadíssima. Como já era um profissional remunerado, atuando com o Duo Missioneiro, inscreveu-se num programa de calouros realizado pela Rádio Missioneira ZYF6 de Santo Ângelo o qual se intitulava "A Hora do Trilho". 
Havia um imenso pedaço de ferro que servia como gongo e quem julgava os calouros era um músico conhecido como Maestro Walter.
Egon acoplou uma gaita de boca ao violão e, tocando além de cantar, ao estilo de Bob Dylan, arrebatou o prêmio de 50 mil réis e o aplauso do público. Abria-se o caminho para o que viria depois, em Santa Maria, onde nasceu o Trio Santamariense.

Foto do acervo de Egon Arnoni Schaeffer

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