
O que o senhor vai fazer agora? Vai continuar dando aula? Vai advogar?
Não devo me afastar totalmente do Direito, o que não quero é advogar, porque o cliente procura a gente com segundas intenções, esperando que a gente venha aqui para o Tribunal para conseguir, de outra forma, os resultados. E isto não é bom para o Judiciário.
Vou continuar. Posso ficar na retaguarda de algum escritório, escrevendo os meus livros, pesquisando, dando aulas. Isso dá para fazer. Mas não vou largar, de jeito algum, a música. Esta estará sempre junto comigo.
Matéria publicada no site JusBrasil
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