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segunda-feira, 7 de julho de 2014

4210 - Estrada do Campestrinho é alternativa para ir a Ivoti



Em Lindolfo Collor, asfalto e belas paisagens




No último sábado, foi inaugurado o asfalto no trecho inicial da estrada do Campestrinho. A obra começa na RS-122, ao lado da loja Inácio Pneus e vai até a localidade de Campestre de Santa Terezinha, passando pela unidade industrial da Agrosul.

Por enquanto, apenas o primeiro quilômetro foi asfaltado. Mas a prefeitura caiense já se comprometeu a pavimentar, neste ano, o trecho que passa por dentro da localidade de Campestre de Santa Terezinha. Com isso, já estarão pavimentados dois dos seis quilômetros na trecho da estrada que pertencem ao município do Caí.

Mesmo sem estar totalmente pavimentada, a estrada já é o melhor caminho para quem vai a Ivoti ou Dois Irmãos.

Do Caí até o vizinho município de Lindolfo Collor a distância é de 26 quilômetros e boa parte do trajeto pode ser feita em estrada pavimentada. 

Nos municípios de São José do Hortêncio, Lindolfo Collor e Ivoti o percurso já é quase todo pavimentado.
TRAJETO
Logo depois do vilarejo de Campestre de Santa Terezinha, se penetra no território de Hortêncio. Município com a fama de ser o melhor administrado do país. 

Lá, a maior parte da estrada é asfaltada ou pavimentada com pedra irregular de boa qualidade. Dá para andar a 80 por hora, sem problemas.

Depois de se passar por uma antiga ponte de ferro sobre o arroio Cadeia, chega-se ao município de Lindolfo Collor. No início, existem alguns trechos de boas estradas de terra. Mas a maior parte do trajeto, nesse município, é asfaltado ou pavimentado com paralelepípedos regulares. 

Depois de rodar 26 quilômetros - em pouco mais de 20 minutos - chega-se a Lindolfo Collor. Dali até Ivoti são só mais 10 quilômetros, por estrada asfaltada.

No roteiro todo a paisagem é bonita. Com muita vegetação, casas antigas e tranquilidade. Em Lindolfo Collor, essas características se acentuam. É uma cidade pequena e bonita, vizinha de morros cobertos de vegetação nativa: o início da Serra Gaúcha.

Os municípios do Caí, Hortêncio e Lindolfo Collor deveriam se unir para a criação de um roteiro turístico cujo nome poderia ser Caminho dos Imigrantes. Para isso seria necessário asfaltar os pequenos trechos da estrada que ainda são de terra e preparar o aproveitamento turístico dessa bela região. Uma paisagem muito típica do Vale do Caí na qual se instalaram os primeiros colonos alemães, em meados da década de 1820.


Custa muito caro não asfaltar as estradas municipais
Os europeus e norte americanos - que não são bobos - tratam de asfaltar as suas estradas. Eles sabem que, fazendo isso, além delas ficarem melhores, se tornam mais baratas, pois as estradas de chão exigem constante conservação. Por isso, a estrada asfaltada se paga com o tempo. Além disso - só para citar um exemplo - o transporte escolar, que é pago pela prefeitura, também se torna mais econômico.
Além disso, onde há estrada asfaltada, o desenvolvimento surge às suas margens. Agricultores prosperam, empresas se instalam e tudo isso gera retorno de impostos.

O Caí está muito atrasado nesse aspecto. A única estrada municipal asfaltada na história do município era a de Barra do Cadeia, no governo de Egon Schneck. Agora Darci Lauermann conseguiu fazer mais um trecho de asfalto, na estrada do Campestrinho, e pretende asfaltar mais um trecho na estrada da Maçonaria, bairro Conceição.

Considerando-se o passado do município, já é muito. Mas é um desperdício não se fazer mais. Asfaltar estrada não é gasto. Com o tempo, a obra se paga e começa a dar lucro para o município.

Matéria publicada pelo jornal Fato Novo em 5 de julho de 2014

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