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terça-feira, 9 de setembro de 2014

4768 - O Caí visto do alto do morro do hospital, na década de 1930

Povo reunido no local onde hoje existe o Hospital Sagrada Família

O hospital Sagrada Família, de São Sebastião do Caí, foi construído graças a uma forte mobilização social. Liderada pelo empresário Antônio Campani, do Pareci Novo, a campanha foi realizada com grande êxito.
O que se vê nessa foto é, provavelmente, um evento realizado para promover o projeto de construção do hospital.
As pessoas contemplam a cidade. Provavelmente, a maioria nunca havia visto o Caí assim do alto, pois não havia um acesso fácil até o local. O que passou a existir a partir daquele momento devido ao projeto do hospital.
O hospital foi inaugurado em 14 de março de 1937 e a foto acima pode, também, ter sido feita no dia da inauguração. A data é compatível com os prédios que são avistados na foto.
Olhando da esquerda para a direita, vemos um conjunto de quatro casas gêmeas, situadas na rua Coronel Guimarães (entre as ruas Andrade Neves e Egydio Michaelsen). Casas que foram demolidas há muito tempo, sem deixar resquícios. À direita, mais ao fundo, avista-se o conjunto de prédio da fábrica Oderich, junto com o seu chaminé. Logo mais à direita, vemos o casarão construído por Adolfo Oderich, ainda hoje preservado. Em seguida vemos, mais à frente, o grande prédio em que já serviu de sede para a Empresa Caiense de Ônibus e hoje é alugado pela loja Lebes (situado na esquina da avenida Egydio Michaelsen com a rua Tiradentes).
Mais à direita, na mesma avenida, vemos a casa do empresário Helmuth Blauth (que foi demolida há poucos anos e em cujo terreno foi construído o prédio ocupado pela loja Benoit). Ele fica na esquina da Egydio com a rua Coronel Paulino Teixeira. Seguindo por essa rua em direção ao rio, avistamos o prédio da rodoviária e, antes dele, o da Casa Carmen, com o aspecto que teve até uma ou duas décadas atrás. Atrás do prédio da rodoviária, avistamos o prédio construído pelo empresário Carlos Henrique Oderich (o castelinho). Mais ao fundo, seguindo pela Coronel Paulino Teixeira, avistamos a torre da igreja evangélica luterana.
Mais à direita, avistamos o prédio do antigo Clube Aliança e, em seguida, os dois prédios da prefeitura (vistos pelos fundos).
Observe-se que na rua Pinheiro Machado havia muito poucos prédios. A esquina do Banco do Brasil (ponto mais central da cidade) não havia nada construído. O campo e o mato chegavam até à lateral do Clube Aliança.

Foto do acervo de Mário Glaeser


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