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sábado, 27 de setembro de 2014

4847 - Terceira tentativa: começam as obras de asfaltamento da estrada Caí-Hortêncio

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As primeiras máquinas chegam ao acampamento da empresa construtora
Essa não é a primeira vez. As obras de asfaltamento na estrada que liga o Caí a São José do Hortêncio já foram iniciadas duas vezes: uma no ano de 1998, no final do mandato do governador Antônio Britto, e outra no início de 2012, já no atual governo de Tarso Genro.

Nas duas ocasiões anteriores, o entusiasmo inicial foi seguido de uma grande frustração. As obras foram abandonadas depois de muito pouco haver sido feito.

Agora, novamente, as máquinas chegaram ao Arroio Bonito, localidade do interior de São José do Hortêncio onde está sendo instalado o acampamento dos funcionários da empresa Dobil/Giovanela. A primeira delas chegou no início da tarde da última quinta-feira e a previsão é de que as demais cheguem até segunda-feira, quando as obras na estrada devem começar. Acredita-se que alguns quilômetros da estrada sejam asfaltados até o fim do ano e espera-se que, dessa vez, as obras continuem até o fim.

Reunião animadoraNa manhã da última quarta-feira, os prefeitos do Caí e Hortêncio foram até a sede da Secretaria da Infraestrutura do Estado, em Porto Alegre, para acompanhar a assinatura da ordem de serviço. Por esse documento, o governo estadual autorizou a empresa construtora a fazer a obra e assumiu o compromisso de pagar pelo trabalho.

A ordem foi assinada pelo diretor geral do DAER, Carlos Eduardo Vieira; pelo secretário estadual de infraestrutura e logística João Victor Domingues e pelo diretor da empresa construtora, Darci Giovanella. 

O prefeito de São José do Hortêncio, Leonardo Arnhold, o prefeito e o vice do Caí, Darci Lauermann e Luiz Alberto Oliveira, testemunharam o ato da assinatura, juntamente com outros convidados.

Otimismo e entrosamentoFoi animador, para os participantes da reunião, ver a satisfação do diretor da empresa construtora, Darci Giovanella. Ele comentou que, pela primeira vez na história, o DAER está pagando as construtoras em dia. Por isso ele tem pressa em executar essa obra. Ele sabe que fazendo a obra o pagamento ocorre logo.
Com isso é possível ser otimista quanto a agilidade na execução da obra. Provavelmente ela avançará mais no município de São José do Hortêncio, pois lá a as obras já estavam mais avançadas, quando houve a interrupção dos trabalhos no início do ano de 2012. Lá a retificação da pista e o seu nivelamento já estão praticamente prontos. O que não acontece no trecho do Caí. Mesmo assim, é possível prever que sejam asfaltados dois quilômetros no Caí, pois foi combinado assim na reunião da última quarta-feira, em Porto Alegre.

Embora breve, a reunião foi muito proveitosa, pois houve um bom entrosamento entre os prefeitos, o diretor da construtora e o superintendente regional do DAER, Jorge Henrique Vieira Fernandes.

Já na reunião foi discutida a possibilidade de, em dois trechos da rodovia, o trânsito ser desviado durante a realização das obras. Um deles é o trecho inicial junto ao Caí e o outro o inicial de São José do Hortêncio. Pelo que foi falado na reunião, as obras deverão começar, ao mesmo tempo, nos dois trechos.

Para agilizar o trabalho nesses trechos, foi decidido que o fluxo intenso de veículos será desviado desses locais. Só será permitido o trânsito para quem reside ou trabalha na localidade.

Redes de água e energia terão de ser modificadasO vice-prefeito Luiz Alberto Oliveira está empenhado em conseguir que o trecho da localidade de Chapadão Baixo, junto ao bairro caiense da Vila Rica, seja asfaltado o mais rapidamente possível.
Ali existem muitos moradores, que sofrem com o problema da poeira e do barro, pois a estrada é de chão. O intenso movimento faz com que a poeira seja intensa e, como essa situação já vem de muitos anos, muitos moradores estão sofrendo de doenças respiratórias.

Mas existe um sério obstáculo para tocar a obra naquele trecho: o encanamento de água e a rede de energia elétrica terão de ser refeitos. No caso da rede de água, ela não poderá passar por baixo do asfalto. Do contrário, havendo um problema de vazamento será necessário fazer um buraco no asfalto para consertar. Tal como acontece nas ruas de cidades com encanamento antigo. 

Luiz Alberto já fez uma reunião com representantes da CORSAN e AES Sul para encaminhar uma rápida solução para o problema.

Matéria publicada pelo jornal Fato Novo em 27 de setembro de 2014

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