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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

5014 - Vista do Caí no início do século XX

Esta bela foto foi feita da encosta do Morro do Hospital. O Fotógrafo encontrava-se nas imediações do hospital que, então, ainda não existia. Não existia, na época, a avenida Doutor Cassel, mas outras das atuais ruas caienses podem ser percebidas na foto. 
Bem à esquerda da foto vê-se (parcialmente) a rua 13 de Maio. Nela se vê parte de uma casa branca, cujo telhado se inclina para baixo, da esquerda para a direita. Esse prédio ainda existe, na esquina da rua 13 de Maio com a avenida Egydio Michaelsen.
Um pouco mais à direita vemos prédios situados em torno da praça atualmente denominada Cônego Edvino Puhl: além da igreja, um prédio que hoje faz parte da Escola São Sebastião, outros situados na rua Marechal Deodoro, que vemos pelos fundos. Ao lado da igreja, também fazendo frente para a praça, avistamos o prédio que existiu até dez anos atrás, quando foi demolido para a criação do estacionamento que hoje existe ao lado da igreja. Esse prédio era situado na esquina das ruas Marechal Deodoro com Henrique D'Ávila. 
Naquela época, assim como hoje, a Henrique D'Ávila era interrompida no trecho situado entre as ruas Marechal Deodoro e Egydio Michaelsen. Mas se percebe na foto a continuação da Henrique D'´Ávila em direção ao Morro do Hospital. Nela destacam-se duas casas. Uma delas é uma casa comprida, que existe até hoje. A outra, mais próxima do morro, existiu até uma década atrás, quando foi demolida para a construção do edifício Pìeretto, no qual funciona o Centro Médico. Era a casa da família Trein.
A Marechal Deodoro, já naquela época, era a principal  via pública da cidade. Fazia parte da Estrada Rio Branco, que começava no cais do porto caiense e ia até Caxias do Sul e Vacaria.
O traçado dessa estrada pode ser percebido pelas casas que nela foram construídas. Três delas são mais notáveis: o casarão da família Guimarães (com dois pisos, que vemos na foto pelos fundos) seguido da casa onde funcionou a delegacia de polícia no final do século XX.
Entre as duas, percebe-se um espaço correspondente ao traçado da rua Benjamin Constant. Essas duas casas foram demolidas já no atual século. No prédio onde funcionou a delegacia hoje encontra-se o edifício Boreale. Mais para a direita, seguindo o traçado da rua Marechal Deodoro, avistamos uma casa branca no final dessa rua. Essa casa ainda existe, embora em ruínas.
Note-se como haviam plantações e campos em áreas que hoje são centrais. 

Foto do acervo de Mário Glaeser

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