Pessoas idosas comentaram nunca ter visto algo igual. A chuva, dava a impressão de que não caía em pingos, mas que jorrava, como se fosse jogada de balde. E o granizo, caindo sobre as ruas da cidade, se acumulava nas sargetas em quantidade nunca vista.
Pouco antes da chuva desabar, o céu havia ficado negro, de forma intensa e repentina. O dia tornou-se noite, antes das cinco horas da tarde.
Os momentos seguintes foram de terror para muitas pessoas. Várias casas foram destelhadas e a chuva, inclusive com pedras, passou a cair diretamente sobre salas e quartos. Pessoas se abrigaram debaixo de mesas para não serem atingidas pelas pedras.
Muitas árvores tombaram e várias delas caíram sobre casas e automóveis. Poucas casas ficaram ilesas, sendo - no mínimo - invadidas pela água da chuva que, empurrada violentamente pelo vento, encontrava meio de penetrar por qualquer fenda ou abertura.
A prefeitura municipal foi de tal modo inundada que teve de cessar suas atividades e ainda ontem à tarde estava interditada. Os computadores deixaram de funcionar.
Pior ainda aconteceu na igreja católica. O vento penetrou por baixo do telhado (através de aberturas existentes na torre) e levantou boa parte do telhado metálico.
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