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sábado, 27 de janeiro de 2018

5270 - Aurélio Porto

Natural de Cachoeira do Sul, Aurélio Porto foi prefeito de Montenegro
e um dos maiores historiadores do Rio Grande do Sul

Afonso Aurélio Porto
 (Cachoeira do Sul25 de janeiro de 1879 — Rio de Janeiro10 de outubro de 1945) foi um políticopoetajornalista e historiador brasileiro.
Começou sua vida publicando poesias em O Atleta, em Porto Alegre. Mudando-se para Quaraí, publicou em A Fronteira de 1901 a 1905.[1] Funcionário público, trabalhou na secretaria da Fazenda do Estado e no Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul, mais tarde no Arquivo Nacional e no arquivo do Itamaraty, onde foi redator dos Anais do Itamarati.[1] Foi eleito intendente de Montenegro.[1]
Foi jornalista também de A Federação de 1925 a 1930; do Diário de Notícias, de 1927 a 1928; e do Jornal da Manhã, entre outros.[1]
Especializou-se na história do Rio Grande do Sul; escreveu O Trabalho Alemão no Rio Grande do Sul, editado por Estabelecimento Gráfico Santa Teresinha, em 1934, além de diversos artigos publicados na Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul.[1] 9 {Wikipédia).

Existe em Cachoeira do Sul uma rua chamada Rua Aurélio Porto, denominação firmada pela  Lei Municipal nº 1841, de 23/9/1980. A rua situa-se no  Bairro Carvalho.
                Segundo Mirian Ritz, Afonso Aurélio Porto foi um dos maiores historiadores do Rio Grande do Sul. Nasceu em Cachoeira, no dia 25/1/1879, filho de Júlio Gomes Porto e Aurélia Guedes da Luz.
                Foi funcionário público, pesquisador, jornalista e escritor, Aurélio Porto iniciou sua vida profissional na Intendência de Cachoeira, onde criou e organizou o Arquivo Público. Da organização da documentação do Município, retirou os dados para a elaboração do nosso primeiro resumo histórico, publicado no relatório do Intendente Isidoro Neves da Fontoura (1910) e no Grande Álbum de Cachoeira, de Benjamin Camozato (1922).  
Dirigiu os Anais do Itamaraty, do Ministério das Relações Exteriores e o Arquivo Histórico do RS; foi membro do Instituto Histórico e Geográfico do RS, da Academia Rio-Grandense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.
Na política, ocupou o cargo de intendente dos municípios de Montenegro e de Garibaldi.  Na literatura e história, publicou poemas, novelas, ensaios, peças dramáticas e trabalhos de pesquisa, dentre os quais História das Missões Orientais do Uruguai Notas ao Processo dos Farrapos. Colaborou também em diversos jornais.
                Era casado com Isaura Martins e pai de Júlio, Carlota, Maria, Aurélia, Izar e Olinda.
                Faleceu no Rio de Janeiro em 11/9/1945. 

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